terça-feira, 15 de setembro de 2009

Repensando

É com entusiasmo que encaro me novo desafio, agora na Repense Comunicação.

Como uma criança encantada, pois a agência por si já é bonita, cheia de pessoas - espero eu - repensando suas atitudes e responsabilidades.

Só de entrar no site dá para ter uma motivação e apostar na nova que veio em ótima hora!

www.repensecomunicacao.com.br



Que eu Repenso o meu!

(Quem sabe assim, repensamos o nosso!??!!)

Por enquanto, não posso dizer mais, nem menos, só que o lugar em si, na estrutura física mesmo, é lindo!

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Só para me contradizer...Go!

Não costumo postar vídeos e exemplos de comerciais, mas sim, refletir com minhas idéias, textos, enfim.

Mas, pela primeira vez, quis manifestar meu encantamento!

Há muito tempo que um comercial não me tocava tanto quanto esses dois, um pela imaginação fantástica, é outro, além da qualidade que nos entregam nas telinhas, a pesquisa de música! Parabéns! Esse feitio é para poucos, e os mais memoráveis comerciais que eu conheço e que me tocaram pela música, ritmo, tinham os dedinhos de Nizan Guanaes, falem o que quiserem falar a favor ou contra! E eu tive a honra de questioná-lo de como é este processo, da escolha e até elaboração da música certa, mas o tempo era muito curto para uma resposta mais digna, ficou mais na superficialidade, pelas circunstâncias. Mas está aí algo que gostaria de fazer, conversar mais, com ele e outros mestres nesta arte.

O IMAGINATIVO E FANTÁSTICO



Fantástico! Eu li no Brain que segue a linha do comercial do 'cachorro-peixe' que também era boa, já, mas essa pra mim é melhor pela exclusividade! Ok, ninguém fez um cachorro-peixe antes, que eu saiba, mas você vê obras, fotos, imagens que misturam dos tipos de seres... agora, um vulcão que faz pipocas parecerem neve!??!

E O ENCANTADOR



Aqui, ao mesmo tempo em que se tem vontade de dançar, não quer-se perder a atenção do pizzaiolo, e das cenas em si, os olhos admirados deram-me vontade de estar ali, prestigiando o momento, ao vivo, pessoalmente! Maravilhoso!

Pela primeira vez eu quis ter o poder de votar e fazer destes, vencedores dos mais importantes prêmios em comunicação! Parabéns Lew e Almap respectivamente, e a todos os envolvidos em ambos os casos!

domingo, 26 de julho de 2009

Consumo

Essas semanas atrás peguei um freela em pesquisa que me fez refletir - algo muito comum para minha pessoa, vide blog pessoal -, em trechos da conversa que tive ao entrevistar Juca Kfouri, para o trabalho da facul.

Quando fui bater à porta dele, na rádio Globo AM, lá no centro de SP (Santa Cecília), questionei o que ele considerava quanto à dificuldade dos veículos esportivos terem anunciantes, constantes, ativos. Preconceito e falto de preparo e olhos para análises, muitas vezes óbvias.

Ora, se estas mídias têm a maior concentração nas classes C e D, aí sim era motivo dos anunciantes estarem aí, afinal, são as classes ativas, consumidoras. Com minhas palavras traduzo a respota dele. Simples, mas que te faz pensar, e ao final comprovou-se fiel.

Esta semana fui fazer uma pesquisa sobre produtos de limpeza e reações alérgicas causadas pelos mesmos. Fui ao Jd Monte Kemel, região oeste de SP. Bairro simples, onde você encontra casas bonitas, pintadinhas, amplas, às bem desgastadas, pequenas, humildes. Pessoas que trabalham árduamente em semana para conseguir o ganha-pão, muitas vezes não completamente alfabetizados, mas que conseguem construir suas vidas e conseguir coisas que pessoas da classe média mesmo não conseguem. Não é difícil, aliás, é mais fácil encontrar quem não tenha completado o Ensino Médio, mas carros na garagem, pessoal viajando em pleno domingo de chuva... A diferença é que eles sabem que, se não se colocarem em crediários não terão as coisas jamais. Já pessoas mais cientes e conscientes tendem a pesar mais os riscos de assumir crediários, como é o caso da minha mãe e o meu próprio.

Mesmo em uma região simples foi difícil conseguir entrevistados que caíssem no nível D, o que me confirma que estes questionários estão equivocados e transmitindo resultados errôneos. A começar que a primeira bateria de perguntas, Critério Brasil de Identificação, quem tiver carro, dvd/videocassete, pode valer mais de quem não tem, ou mesmo que se intruiu mais. Para ser classificado D precisa bater 13 pontos apenas, o que foi impossível, justamente por você facilmente encontrar 3 TVs em cores, 4 rádios, 2 carros, assim por diante...

E aí, isso te qualifica, de vdde?

Mas que o que o Juca disse é verdade é... eles consomem mesmo, com ou sem medo..

quarta-feira, 24 de junho de 2009

HHMOnline

Está NO AR, ou melhor, ONLINE o HHMONLINE - Happy Hour do Mercado Online. E não é de hoje.
Criada por Guilherme Loureiro, Coordenador de Mídia da Agncia Click, a rede social reúne pessoas de interesses e culturas com similaridades cruzadas e/ou paralelas.
Uma idéia so happy, não ficaria only on.


Todo fim de mês as pessoas ali conectadas recebem o convite para a festa de encontro, tendo a oportunidade de levar novas ovelhas ao rebanho. Bom para quem está sem emprego, se sente sozinho/a, quer conhecer gente só por diversão, ou mesmo ampliar oportunidades.











A 9ª Ed. promete, assim como as outras foram muito bacanas, essa ainda tem uma série de atrativos, e mostra que de uma brincadeira a coisa pode ficar séria!

Eu estou na rede e vou! Até lá!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

CPR - Clientes Palhaços Reclamam


Esse é um Post-Homenagem a tods aqueles que, como clientes que são, palhaços que são, clientes palhaços que se sentem ora clientes, ora palhaços.
Eu como cliente sei que tenho direito a reclamar e tenho exercido meus direitos, ligando pra reclamar da TIM, para ANATEL, da ANATEL para a própria ANATEL, para avisar à Prefeitura de SP um buraco bem no meio de uma calçada movimentada na Teodoro, guia rebaixada de acesso a uma farmácia, afinal o 136 NÃO É SÓ para Itinerários, enfim.
Mas sinto-me palhaça pois, quando você reclama você até tem uma resposta, a solução do seu problema, mas: PRECISA ESPERAR O CLIENTE RECLAMAR?
PRECISA O CLIENTE RECLAMAR para a EMPRESA saber que é INEVITÁVEL e INADMISSÍVEL a empresa manter um atendimento (seja ao vivo, tele-atendimento, seja on ou off-line) de QUALIDADE. Qualidade boa, esperada, que não desliga na sua cara, que você sente se esforçar, ainda que o empregado seja novo, temporário, leigo, em atender o CLIENTE (palhaço???), pensando atender a própria mãe ou pai, ou quer quem queira fosse atendido COM QUALIDADE, caso precisasse dos serviços.
Por isso me sinto meio palhaço, mas não num sentido engraçado, e jogo uma torta na cara de todos aqueles, dos diretores aos operacionais que merecem-na. Sim, você pode ser um diretor competente e sim você pode ser um tele-operador competente também. Um ganha infinitamente melhor que o outro, mas em geral e esperadamente, um tem grau e experiência maior que o outro, sendo proporcional. Você, tele-operador, trabalhando bem, pode pleitear cargos melhores, e eu, nós, eles, posso, poderemos, podem... sentirmo-nos pessoas, CLIENTES DIGNOS de respeito.
Por fim:
- Foi mal atendido em alguma central de atendimento de empresas de TELECOM como a TIM? Ligue para a central e FAÇA a reclamação, colecione protocolos, se quiser.
- No 151 você liga para ANATEL com o PROTOCOLO de Reclamação em mãos e registra sua queixa lá. Caso eles demorem para atender, faça uma reclamação para eles mesmos.
- E caso você veja algum buraco no qual não gostaria que sua mãe, pai, irmão, irmã, vô, avó, caíssem, liguem no 136. Lá eles não falam só sobre itinerário não!
Abraços

terça-feira, 19 de maio de 2009

Resiliência e Maturidade

Cada época gera termos específicos, mas o aumento de termologia específica por assuntos e áreas de uns anos para cá, realmente é curioso a abundância deste 'fenômeno'.

Sim, porque nós seres-humanos temos mania, ou melhor, a necessidade de olhar para uma coisa, qualquer que seja, e tentar codificá-la. Tenho para mim que fazemos isso como referência, para olhar, desviar o olhar, e caso voltemos a procurar, encontremos. Isso em metáforas, claro.

Se pensar desta forma, não seriam atoa os inúmeros apelidos que as pessoas ganham e dão às outras. Quando você quer falar sobre um produto, qualquer coisa e esquece o nome, o código, você perde a referência e dá voltas no mundo para falar de algo tão simples. Como ontem, eu precisava falar sobre Tinas, que são recipientes usados em festas e eventos, para se colocar gelo e garrafas de bebeidas, normalmente. Mas, como esqueci, expliquei que temos uma espécie de bacias, de material fosco, semi-transparente, mas são bonitos, viu? Depois, quando me lembraram do nome, deu uma raivinha de mim mesma, pois eu no fundo sabia, me compliquei toda, por um lapso.

Muito tem se falado sobre resiliência, também. Que é a habilidade de aprender com a dor, o sofrimento. Pensei nisso hoje de manhã, quando me direcionava a uma entrevista. É a segunda da semana e percebi uma coisa: não cheguei com os dedos todos comidos, não fiquei ansiosa para nenhuma delas, na segunda um pouco mais, pois houve uma falha no e-mail e fui conseguir o endereço do local da entrevista, cerca de uma hora antes, mas até aí, foi medinho por causas técnicas. Aí pensei, poxa, se eu estivesse tão calma, tranqüila, segura desse jeito, há alguns anos, tinha conseguido alguma das muitas vagas que fui chamada para primeiras, segundas, terceiras, algumas até com 5 fases.

Mas, se eu não estou lá, hoje mais do que nunca eu sei que não era pra estar. É preciso maturidade para assumir um cargo com responsabilidade, e acho, de verdade, que hoje sim estou mais preparada, olhando de cia.

Enão, haja visto o tudo e quanto já sofri por causa de entrevistas...era um horror, dormia mal, acordava sem querer falar muito com ninguém, de tanta tensão... agora, acho que aprendi a dosar isso. E é tão bom quando você sente que está aprendendo coisas importantes, fundamentais para mudanças boas e significativas!

Talvez a resiliência só seja possível atrelada à maturidade, né?! Ou não, pois deve ser cabível a crianças que passem por algum tipo de sofrimento também... o que de certa forma vira uma bola de neve pos, uma criança que sofre, estou falando de dores fortes, acontecimentos marcantes, não dores de cabeça, rápidas e passageiras, adiquiri algum tipo de maturidade, em relação àquele assunto e atitudes. Não seria àtoa o mundo ter tantas crianças que crescem adolescentes amargurados...

Enfim, aí já é filosofia, mas acho que tem algum ou muitos sentidos, sim.

Finalizando, o tudo que passei, pensei e comento aqui, deve ter sim algo em comum com a tal resiliência, já que sinto-me melhor e mais fortes diante de situações que já tiraram meu sono e paz! OU seja, tirei das dores algum aprendizado!

E olha, tenho dado tantos conselhos para pessoas menos experientes que eu! Nossa, isso é muito gratificante!

:)

Se algo estiver muito errado, na sua opinião, faça-a valer. Aqui são apenas idéias, pensamentos meus, não decretos...

Abs

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Fim da Publicidade

Já se pegou pensando como é que tal empresa fez para fazer isso ou aquilo?
Por exemplo, você está lá no seu sofá, assistindo a um filme, novela, jogo, noticiário, enfim, e parou para pensar a respeito de alguns comerciais, pois achou um bela, ou horrível, sacada?
Ou então, como seria assistir um filme de 2 horas, ou mesmo uma partida de futebol, sem um intervalinho para um pit-stop?
Entrar num site e não ver os banners, aqueles inteligentes com áudio, vídeo, que até nos divertem? Por falar em banner, ontem vi um bem legal, no site da Johnson, que dizia 'não tem nada que atrapalhe mais do que a tosse' e é verdade, pois deixei o site minimizado, daí a pouco me irritei com um barulhinho que não parava... fui ver: era o banner do coff coff. Tentei achá-lo, mas não consegui.
Como é que as Igrejas teriam crescido e tornad0-se o maior gerador de franquias, sem algum tipo de Publicidade, seja no viral, boca-a-boca, marketing de relacionamento, mídia, etc etc??

Remédios, hospitais, cemitérios. Enfim, tudo o que é lançado exige publicidade, independente se produto, serviço, porte grande, médio, pequeno, minúsculo...

Os meninos do Brifando postaram sobre o Without Advertising, o que me fez pensar em algo que aliás já seria, em parte, o tema de hoje. Deixei para amanhã ou semana que vem, para parafraseá-los. Lá eles colocaram mais o link.

A 'brincadeira' é a seguinte, completar a frase 'Sem anúncio,'. Tem gente que usa a criatividade e tenta dar um sentido, já outros levam mesmo na brincadeira. Ex. "I'd be out of work!', "eu chamaria o leandro para fazer dupla", "ou juntaria o leandro e o daniel". E por aí vai.

Aqui, eu coloco a minha participação nesta grande brincadeira, campanha, seja lá o que for de verdade.


Divirtam-se! E reflitam, se possível.